Como perceberam, não consegui manter a média de um post por semana. Mas resolvi que não vou ficar forçando para ter idéias de novos posts. Os textos vão surgindo de acordo com o que acontece no cotidiano.
O tema de hoje “Vem ser Feliz” foi um assunto que discutimos num pequeno grupo de amigos, num churrasco que aconteceu em minha casa há alguns dias.
Meu irmão Ângelo me pediu para fazer uma pequena reflexão. Estava tudo preparado quando no dia da reunião ele me disse que o tema do estudo que havia preparado, já havia sido debatido por eles recentemente.
Fiquei o dia pensando no que fazer, quando me veio o tema “A banalização da Felicidade”. Coloquei umas idéias no papel e fizemos a discussão com o grupo. Foi mais ou menos assim:
Pra começar, a Felicidade é um estado contínuo ou momentâneo? As pessoas são felizes ou ficam felizes em alguns momentos?
Alguns disseram que se consideram felizes, apesar dos problemas. Outros disseram que temos na verdade, momentos felizes.
As pessoas que citaram essa felicidade contínua disseram que isto está profundamente ligado a presença de Deus nas suas vidas.
Depois, falamos sobre como a felicidade tem sido usadas pelas empresas para vender seus produtos: quem não conhece os slogans:
- Vem ser feliz! - Segundo essa loja, comprar seus produtos é o segredo da felicidade.
- Lugar de gente feliz- Só entrar nesse supermercado já te deixa feliz
- O que faz você feliz? – Com esse cartão de crédito, você pode comprar o que quiser e ser feliz.
Depois, conversamos em como o cinema trata a felicidade. Vimos que, segundo Hollywood, a felicidade é encontrar um grande amor. E as Novelas? Todo capítulo final termina com casamentos e mulheres grávidas.
Discutimos também se a felicidade depende de nossas realizações. Essa discussão foi muito boa, vimos que muitas vezes a vida toma caminhos diferentes do que planejamos (Os planos de Deus podem ser diferentes do que planejamos). Se a felicidade estiver vinculada ao que planejamos como realização, podemos nos frustrar.
Usei até um episódio de “Os simpsons”, onde um filho do Ned Flanders ficou muito feliz ao realizar uma escalada para salvar o Bart Simpson, disse ao pai: “Nunca me senti tão feliz, e não estou falando da felicidade de igreja, estou feliz de verdade”.
Quando assisti a esse episodio, pensei: tudo bem, é só um desenho animado, e os Simpsons não são o que podemos chamar de um programa educativo, mas isso ficou na minha cabeça. Quantas pessoas talvez tenham passado suas vidas dentro de igrejas sem nunca ter se sentido realmente feliz, e esse é o ponto! “Estar” em igrejas não é garantia de felicidade, a felicidade que temos em Cristo, depende de um experiência única e pessoal com Jesus, um experiência de entrega verdadeira.
Crescemos na igreja ouvido que a felicidade está em Cristo, cantamos muito “A alegria está no coração de quem já conhece a Jesus”.
Concluímos que somente conhecer isso não basta. Se vivermos em Cristo, buscando a comunhão com Deus continuamente, poderemos viver com uma segurança que Ele está no controle. Essa é a Felicidade que somente encontramos em Cristo, a despeito das circunstâncias, essa felicidade consiste, ás vezes, na esperança que temos em Cristo de que através dele dias melhores virão.
Lemos alguns trechos da Bíblia como as bem-aventuranças (Mateus 5 3-10) e lemos também o Salmo 23, que termina assim:
“E eis que estarei convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”.
Foi muito legal essa discussão, porque pudemos trocar opiniões, conhecer as experiências de alguns e ver como a presença de Jesus faz com que apesar dos problemas, das crises, podemos ser verdadeiramente felizes, por termos a segurança que Ele estar conosco todos os dias.
Convido a você, leitor, a fazer essa reflexão conosco:
- Somos felizes?
- Condicionamos nossa felicidade às nossas realizações?
- Temos a segurança que Jesus está presente em todos os momentos?
- Qual o seu conceito de felicidade?
Jesus te chama: Vem ser feliz!
Um abração a todos, e até a próxima!
Opa! Vou dar minha opinião, que de tão minha talvez não sirva para muita coisa, mas lá vai.
ResponderExcluirBom, acredito que pensar em felicidade indicaria dois pontos importantes, quais sejam: a felicidade está no (a)início e no (b)fim das coisas. Tento explicar.
Começar bem e terminar bem a vida pode ser um sinal de felicidade em seu ponto máximo. (Lembro que o “bem” depende muito de pessoa para pessoa).
Em Jó vemos que os picos de pressão que a vida lhe impôs são tremendos, mas ele começou bem e terminou bem. Ele foi feliz. (penso eu)
Igual sorte, contudo, não assistiu a Judas, que começou bem e terminou mal, matou-se.
Não estou falando em céu e inferno, estou falando em inicio e fim sob o aspecto material, já que falar além disso é uma aventura que não ouso lançar muitas palavras a não ser dizer que a fé me faz saber que o fim é o começo do que já é.
Com essa linha de pensamento, felicidade vai depender exclusivamente do CAMINHO que se percorre, o ponto de chegada e ponto de saída que se propôs fazer e fez.
Penso que todos traçam o caminho e “a felicidade” é o modo como andamos nele e o resultado que este caminho traz.
O caminho que Jesus propôs é simples: é leve, tem paz, tem perdão, e, acima de tudo, tem GRAÇA.
É por isso que o caminho traçado por Jesus, que foi cercado de pressão, perseguição e da traição que o levou a morte, resultou na felicidade máxima que se podia esperar da história da vida de um homem, porque, como sabemos, em Jesus, tudo começou bem e terminou bem.
Então, meu amigo, a felicidade, diante deste meu pequeno pensar, está em trilhar o caminho, e nesse caminho, encontrar-se, e ver o resultado, (...).
Abraços.
Graça e paz, no caminho de todos.
Amei o gatinho!!! Quanto ao texto já discutimos pessoalmente sobre ele, desejo que as pessoas encontrem o significado de felicidade para além do consumismo e de situações momentâneas.
ResponderExcluirValeu, Anonimo (que pra mim não é tão anônimo assim, rsrs) e Grazi (linda)!
ResponderExcluirAcredito que a felicidade idealizada que o mundo prega não é possível viver, com exceção dos salvos, que a viverão na Glória. Na vida terrena teremos no máximo momentos felizes, mas felicidade entendida como plenitude creio não ser possível, pois os infortúnios cotidianos vão de frente com os momentos felizes. Cabe a nós, filhos de Deus, nos encorajarmos e mostrarmos aos outros real felicidade que se terá em Cristo.
ResponderExcluirParabéns pelo blog, pena não ser no wordpress pra eu poder seguir. Mas vou colocar na coluna ACESSE, pra que outros vejam!